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    Uma República Provincial – 1ª EDIÇÃO - Impresso

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    9788578680350

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    Currículo

    AutorRebouças, Francisco de Paula Sena
    CurrículoFrancisco de Paula Sena Rebouças é desembargador aposentado do Tribunal de Justiça de São Paulo, graduado (1965) e pós-graduado (1968) pela Faculdade de Direito da USP, o autor publicou, entre outros, “Fim de século e justiça” (ensaio), Juarez de Oliveira, 2002; “Os caminhos de uma revolução cultural”, na RT 826/69; “Sob o feixe dos lictores”, na Revista de jurisprudência escolhida do 1o Tribunal de Alçada Civil de São Paulo (Jurídica Brasileira), vol.2/3; “Lei e sentimento ético”, na Lex-Jurisprudência dos TACivSP, 140/7; Revista de jurisprudência escolhida do I TACivSP, vol.1/3; Jurisprudência brasileira (Juruá), 170/31; “O controle externo da sociedade”, na RT 698/257 e Registros públicos: jurisprudência, (repertório anotado) RT,1978.

    Sumário resumido:
    • Exordium e a nossa alma xifópaga
    • Corruptissima republica plurimae leges
    • A literatura, a burocracia e as deficiências da História
    • O conceito de Mirabeau
    • Equivoquismo da Justiça e do interesse público
    • A República Provincial
    • O espírito aldeão, o obscurantismo e o modernismo
    • Cosmopolitismo e provincianismo no Império e na República
    • Provincianismo e nacionalismo
    • O positivismo tropical, o caipira paulista e o aguçado jeca
    • O provinciano caliginoso e a certeza suburbana
    • Aquela gente das caravelas
    • Na órbita do pluralismo
    • O ignaro pirilampo, o pantagruélico chapetão e o perfunctório
    científico
    • O expressionismo da História ou o Policarpo Quaresma do Terceiro Milênio

    Sinopse

    SinopseNo plano econômico, exibimos um futuro promissor. Ainda assim, somos habitantes de uma província cujo espírito de aldeia reflete o quinhão tabaréu da nossa herança colonial, circunstância que passou pelo verniz de um Império tropical, regime monárquico que o desabrido Napoleão não conseguiu dominar, mas, para proveito nosso, fez transferir da Europa, e cujas lembranças, especialmente as do Segundo Reinado, aqui representam, apenas, a exaltação do seu melhor desempenho, de um tempo de prudência e de visão de Estado que perdemos para a insensatez e a opacidade de uma burocracia anacrônica. Este ensaio também discorre sobre a faceta obscura, a aura positivista e o espírito autocrático que herdamos. Por fim, ventila o cosmopolitismo, um ideal que se tornou compatível com a globalização do século XXI e que, a exemplo da Europa comunitária, pode nos abrir o caminho de cultivar a província respirando o universo..

    Sumário

    Sumário• Exordium e a nossa alma xifópaga
    • Corruptissima republica plurimae leges
    • A literatura, a burocracia e as deficiências da História
    • O conceito de Mirabeau
    • Equivoquismo da Justiça e do interesse público
    • A República Provincial
    • O espírito aldeão, o obscurantismo e o modernismo
    • Cosmopolitismo e provincianismo no Império e na República
    • Provincianismo e nacionalismo
    • O positivismo tropical, o caipira paulista e o aguçado jeca
    • O provinciano caliginoso e a certeza suburbana
    • Aquela gente das caravelas
    • Na órbita do pluralismo
    • O ignaro pirilampo, o pantagruélico chapetão e o perfunctório
    científico
    • O expressionismo da História ou o Policarpo Quaresma do Terceiro Milênio

    Especificações

    ISBN9788578680350
    Peso0,53 kg
    Largura15,5 cm
    Altura22,5 cm
    Profundidade (lombada)2 cm
    Número de páginas412
    EncadernaçãoBrochura
    Ano de publicação2012
    Edição

    Informações adicionais

    TraduçãoSonia Augusto