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    Cuidados paliativos: conversas sobre a vida e a morte na saúde – 1ª EDIÇÃO - Impresso

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    Especificações

    Descrição

    Currículo

    AutorCuidados Paliativos - Conversas Sobre a Vida e a Morte na Saúde

    Sinopse

    SinopseAté pouco tempo atrás, nascia-se ?graças a Deus? e se morria por ?vontade de Deus?. O início e o fim da vida humana não estavam subjugados ao controle humano. Com o avanço da medicina, principalmente nos últimos cinquenta anos, houve uma verdadeira revolução, o que tornou a medicina altamente tecnológica. Só o diálogo franco com pacientes e familiares, compreendendo suas particularidades, pode reparar essa separação entre o que se ?pode? e o que se ?deve?, colocando em seu lugar o ?melhor? a ser feito.

    Especificações

    ISBN9788578682361
    Peso0.295 kg
    Largura15,5 cm
    Altura22,5 cm
    Profundidade (lombada)1 cm
    Número de páginas192
    EncadernaçãoBrochura
    Ano de publicação2015
    Edição1
    Tipo de produtoLivros

    Sobre o autor

    CurrículoVera Anita Bifulco: Psicologa Clínica. Integrante da Equipe Multidisciplinar de Cuidados Paliativos do Setor de Cuidados Paliativos da Disciplina Clínica Médica da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM-Unifesp) (2002-2007). Psico-oncologista pela Sociedade Brasileira de Psico-oncologia (SBPO). Aperfeiçoamento em Gerontologia Social e em Psico-oncologia pelo Instituto Sedes Sapientiae. Coodenadora do Serviço de Psico-oncologia do Instituto Paulista de Cancerologia (IPC) e da Clínica Sainte Marie. Mestre em Ciências pelo Centro de Desenvolvimento do Ensino Superior em Saúde da EPM-Unifesp. Diretora da SBPO (2008-2010).
    Ricardo Caponero: Oncologista Clínico pela Associação Médica Brasileira. Médico Oncologista da Clínica de Oncologia Médica. Presidente do Conselho Científico da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde de Mama (Femama). Diretor Científico da Associação Brasileira de Cuidados Paliativos.
    Até pouco tempo atrás, nascia-se “graças a Deus” e se morria por “vontade de Deus”. O início e o fim da vida humana não estavam subjugados ao controle do ser humano.
    Com o avanço da medicina, principalmente nos últimos cinquenta anos, houve uma verdadeira revolução, o que tornou a medicina altamente tecnológica, embora não haja uma separação nítida do “que se pode fazer” e do “que se deve fazer”.
    Só o diálogo franco com pacientes e familiares, compreendendo suas particularidades, pode reparar essa separação entre o que se “pode” e o que se “deve”, colocando em seu lugar o “melhor” a ser feito.

    TemplateEvento