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    A crise da representação política do Estado: Perspectivas da soberania em Carl Schmitt, Michel Foucault e Giorgio Agamben – 1ª Edição - Digital

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    Especificações

    Descrição

    Currículo

    AutorCrise na Representação Política do Estado, A

    Sinopse

    SinopseA soberania representativa é um conceito esvaziado porque apresenta frágeis soluções teóricas quando aplicadas aos aspectos da realidade. Este livro tem por objetivo a compreensão do diagnóstico de Giorgio Agamben a respeito da soberania, percorrendo a centralidade da teoria do poder soberano do pensamento de Carl Schmitt e o deslocamento do problema em Michel Foucault. Agamben é um intelectual de árido percurso filosófico e a soberania para ele, antes de tudo, é uma questão da potencialidade de não ser. A sua aproximação da realidade se dá pela fórmula preferiria não, na qual ele vislumbra uma possibilidade de destruição da relação entre querer e poder, entre poder constituinte e poder constituído. E tal destruição, de fato, é essencial para Agamben porque o seu conceito de soberania considera uma categoria jurídica não só esvaziada de representação, mas, sobretudo, originária de uma catástrofe biopolítica sem precedentes. O nó estabelecido pela soberania desata-se por uma nova forma-de-vida, o que significa absoluta profanação de uma potência da vida sobre a qual nem a soberania, nem o direito podem ter mais controle. Ainda assim, a autora extrai do direito uma proposta de autonomia ontológica ? uma nova perspectiva de poder ? para a soberania popular.

    Sumário

    SumárioSumário resumido:
    · A noção de soberania em Carl Schmitt
    · O deslocamento do problema da soberania em Michel Foucault
    · A retomada do problema da soberania em Giorgio Agamben
    · A superação da soberania no pensamento de Giorgio Agamben

    Especificações

    ISBN9788520452271
    Número de páginas300
    Ano de publicação2015
    Edição1
    Tipo de produtoE-Books

    Requisitos mínimos

    Requisitos mínimos para leitura do e-bookA Editora Manole adota a plataforma de e-books VitalSource Bookshelf. Além de oferecer vários recursos, o Bookshelf permite até quatro instalações, sendo duas em dispositivos móveis (smartphones e tablets) e duas em computadores (desktops ou notebooks).


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    Não é permitida a impressão dos e-books;

    Os e-books adquiridos no site da Editora Manole não são compatíveis com os aplicativos e dispositivos Kindle, Nook, Kobo e Lev;

    Sobre o autor

    CurrículoSobre a autora:
    Flavia D’Urso: Doutora em Filosofia Política e Mestre em Processo Penal pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Defensora Pública do Estado de São Paulo e ex-Diretora da Escola da Defensoria Pública do Estado. Foi procuradora do Estado e integrou a Comissão que elaborou o Anteprojeto de Lei Orgânica da Defensoria Pública em São Paulo pelo Sindicato dos Procuradores do Estado, das Autarquias, das Fundações e das Universidades Públicas do Estado de São Paulo (SINDIPROESP). Integrou a Missão da Organização das Nações Unidas (ONU) para a cooperação técnica sobre os sistemas de justiça do Brasil e do Timor Leste. Atua na Vara das Execuções Criminais da Capital.
    A soberania representativa é um conceito esvaziado porque apresenta frágeis soluções teóricas quando aplicadas aos aspectos da realidade.
    Este livro tem por objetivo a compreensão do diagnóstico de Giorgio Agamben a respeito da soberania, percorrendo a centralidade da teoria do poder soberano do pensamento de Carl Schmitt e o deslocamento do problema em Michel Foucault.
    Agamben é um intelectual de árido percurso filosófico e a soberania para ele, antes de tudo, é uma questão da potencialidade de não ser. A sua aproximação da realidade se dá pela fórmula preferiria não, na qual ele vislumbra uma possibilidade de destruição da relação entre querer e poder, entre poder constituinte e poder constituído. E tal destruição, de fato, é essencial para Agamben porque o seu conceito de soberania considera uma categoria jurídica não só esvaziada de representação, mas, sobretudo, originária de uma catástrofe biopolítica sem precedentes.
    O caminho escolhido por Agamben para essa conclusão é o de uma ontologia paradigmática, ou seja, eixos de entendimento para os fenômenos que destituíram o caráter político do ordenamento jurídico. Os paradigmas da nuda vita e do estado de exceção, principalmente, são elementos estruturais da soberania cuja função é, enfim, a de manter a vida excepcionada do direito.
    O nó estabelecido pela soberania desata-se por uma nova forma-de-vida, o que significa absoluta profanação de uma potência da vida sobre a qual nem a soberania, nem o direito podem ter mais controle.
    Ainda assim, a autora extrai do direito uma proposta de autonomia ontológica — uma nova perspectiva de poder — para a soberania popular.

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