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Do Conflito ao Encontro- 1ª Edição - Cultura Generativa, o Feminino e a Justiça Restaurativa

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Referência: 9788520474624
  • Autora: : Carla Boin
  • Diante da exaustão dos modelos tradicionais de desenvolvimento e gestão, sustentados por lógicas de fragmentação, competitividade extrema e binarismos reducionistas, este livro convida para um novo horizonte civilizatório. A autora apresenta uma proposta inovadora para repensar justiça, cultura e convivência em um mundo marcado por crises ambientais, sociais, políticas e existenciais.
  • A partir do conceito de Cultura Generativa, Carla Boin delineia um paradigma fundado no Feminino como princípio epistemológico e político, que inaugura outras formas de pensar, conhecer, dialogar e transformar conflitos, gerando fortalecimento dos vínculos relacionais, promoção da ética do cuidado, abundância e criação compartilhada da vida.
  • Ao compreender a Justiça Restaurativa como tecnologia social alinhada a esse horizonte, o livro articula ancestralidade e desafios contemporâneos, integrando memória, mediação e restauração de vínculos. Além disso, reúne experiências concretas de práticas em instituições públicas e privadas, com estudos de caso, e oferece caminhos estratégicos para organizações comprometidas com impacto social e ESG, promovendo culturas baseadas em diálogo, inclusão das diversidades, responsabilização e sustentabilidade em sentido amplo.
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    Por que ler esse livro ?
    Este livro propõe a Cultura Generativa como um novo paradigma relacional e civilizatório, inspirado no feminino, na ancestralidade e nas cosmologias dos povos originários do Brasil. A partir de um diálogo rigoroso e interdisciplinar entre direito, antropologia, filosofia, comunicação, estudos de gênero e arqueologia, a obra reconstrói a genealogia do patriarcado, resgata saberes matrísticos e reinscreve o feminino como princípio ético, político e epistemológico de cuidado, criação e convivência.
    • Carla Boin é reconhecida como uma das maiores referências nacionais em Justiça Restaurativa e Mediação. A autora é Presidente da Comissão de Justiça Restaurativa da OAB/SP. Doutora pela Faculdade de Direito da USP e pós-doutora pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, é professora do Programa de Pós-Graduação em Humanidades, Direitos e Outras Legitimidades, na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, da Escola Nacional de Formação de Magistrados, da Escola Superior de Advocacia – OAB, da Escola Superior do Ministério Público e da Casa do Saber. Coordena o NUJUR DIVERSO USP – Núcleo de Justiça Restaurativa, Diversidades e Saberes Orais, na USP, onde desenvolve pesquisas e projetos sobre o feminino, a ética do cuidado, diversidade e sustentabilidade da vida, com destaque para trabalhos com lideranças femininas, indígenas, quilombolas, amazônicas e executivas. Atua há mais de 20 anos como advogada restaurativa e mediadora em conflitos familiares e empresariais, facilitando diálogos complexos e desenhando processos participativos na área de compliance, com foco na estruturação de canais de ética, prevenção de conflitos e fortalecimento da cultura organizacional. Possui larga experiência na criação e desenvolvimento de programas de Gestão Restaurativa e implementação de Núcleos de Mediação e Justiça em universidades, organizações sociais e instituições públicas e privada
    • Carla Boin é reconhecida como uma das maiores referências nacionais em Justiça Restaurativa e Mediação. A autora é Presidente da Comissão de Justiça Restaurativa da OAB/SP. Doutora pela Faculdade de Direito da USP e pós-doutora pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, é professora do Programa de Pós-Graduação em Humanidades, Direitos e Outras Legitimidades, na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, da Escola Nacional de Formação de Magistrados, da Escola Superior de Advocacia – OAB, da Escola Superior do Ministério Público e da Casa do Saber. Coordena o NUJUR DIVERSO USP – Núcleo de Justiça Restaurativa, Diversidades e Saberes Orais, na USP, onde desenvolve pesquisas e projetos sobre o feminino, a ética do cuidado, diversidade e sustentabilidade da vida, com destaque para trabalhos com lideranças femininas, indígenas, quilombolas, amazônicas e executivas. Atua há mais de 20 anos como advogada restaurativa e mediadora em conflitos familiares e empresariais, facilitando diálogos complexos e desenhando processos participativos na área de compliance, com foco na estruturação de canais de ética, prevenção de conflitos e fortalecimento da cultura organizacional. Possui larga experiência na criação e desenvolvimento de programas de Gestão Restaurativa e implementação de Núcleos de Mediação e Justiça em universidades, organizações sociais e instituições públicas e privada
    • “Prefácio
    • Introdução: O chamado da Cultura Generativa: um horizonte para tempos de crise
    • PRIMEI RA PARTE
    • Cultura Generativa : a urgência de um novo conceito
    • 1 Fundamentos da Cultura Generativa: cultura matrística e cosmologias do feminino
    • 2 Sítios arqueológicos: inscrições, pinturas rupestres e sepultamentos como marcas da cosmovisão das comunidades originárias do Brasil
    • 3 O feminino nas comunidades tradicionais brasileiras: valorização e protagonismo nas culturas afro e indígenas
    • 4 Genealogia do patriarcado
    • 5 A mulher, a bruxa e o fogo gerador: uma análise do feminino da perseguição à potência criadora
    • SEGUNDA PARTE
    • Justiça Restaurativa na contempo raneidade
    • 6 Aproximações conceituais
    • 7 Antecedentes históricos das consideradas práticas restaurativas
    • TERCEIRA PARTE
    • Justiça Restaurativa : o futuro é feminino
    • 8 Fundamentos filosóficos das práticas restaurativas: mudança radical de paradigma como retorno às raízes; pensamento rizomático e arquipélago
    • 9 O feminino ancestral como referência: circularidades restaurativas
    • 10 O feminino e a origem comum da diversidade humana e da sustentabilidade: integração como re-existência coletiva
    • 11 A invenção colonial do gênero
    • 12 O feminino como princípio de relacionalidade
    • QUARTA PARTE
    • Justiça Restaurativa : interdisciplinaridade , produção partilhada do conhecimento, o feminino e processos dialógicos
    • 13 Práticas restaurativas, interdisciplinaridade e produção partilhada do conhecimento
    • 14 O feminino e a relação dialógica: uma análise interdisciplinar das
    • interfaces entre gênero e comunicação e sua contribuição para a
    • promoção e sustentação da Cultura Generativa
    • QUINTA PARTE
    • Experiências e vivências práticas : a Cultura Generativa em ato
    • 15 Manifesto por um ecossistema restaurativo e o feminino como princípio relacional, linguagem mediadora e restaurativa e o Princípio do Não Saber
    • 16 Mediação Transformativa, Circular-Narrativa, Processos Circulares Restaurativos: a transformação do conflito para além do acordo, rumo à transformação relacional e social
    • 17 Da Ética à Experiência: os casos institucionais como expressões do ecossistema restaurativo
    • 18 Implantação da Mediação e práticas restaurativas em Instituições Públicas
    • 19 Implantação da Mediação e práticas restaurativas nas Instituições Privadas, Corporativas e Organizações do Terceiro Setor
    • 20 Programa de Implantação da Mediação e da Justiça Restaurativa no
    • Instituto Sophia Vercelli: linguagem, inclusão e construção de uma Cultura Generativa
    • 21 Círculos Restaurativos na Aldeia Boe Bororo: pesquisa viva, cultura generativa e o feminino como princípio de transformação”
    • “Prefácio Introdução: O chamado da Cultura Generativa: um horizonte para tempos de crise PRIMEI RA PARTE Cultura Generativa : a urgência de um novo conceito 1 Fundamentos da Cultura Generativa: cultura matrística e cosmologias do feminino 2 Sítios arqueológicos: inscrições, pinturas rupestres e sepultamentos como marcas da cosmovisão das comunidades originárias do Brasil 3 O feminino nas comunidades tradicionais brasileiras: valorização e protagonismo nas culturas afro e indígenas 4 Genealogia do patriarcado 5 A mulher, a bruxa e o fogo gerador: uma análise do feminino da perseguição à potência criadora SEGUNDA PARTE Justiça Restaurativa na contempo raneidade 6 Aproximações conceituais 7 Antecedentes históricos das consideradas práticas restaurativas TERCEIRA PARTE Justiça Restaurativa : o futuro é feminino 8 Fundamentos filosóficos das práticas restaurativas: mudança radical de paradigma como retorno às raízes; pensamento rizomático e arquipélago 9 O feminino ancestral como referência: circularidades restaurativas 10 O feminino e a origem comum da diversidade humana e da sustentabilidade: integração como re-existência coletiva 11 A invenção colonial do gênero 12 O feminino como princípio de relacionalidade QUARTA PARTE Justiça Restaurativa : interdisciplinaridade , produção partilhada do conhecimento, o feminino e processos dialógicos 13 Práticas restaurativas, interdisciplinaridade e produção partilhada do conhecimento 14 O feminino e a relação dialógica: uma análise interdisciplinar das interfaces entre gênero e comunicação e sua contribuição para a promoção e sustentação da Cultura Generativa QUINTA PARTE Experiências e vivências práticas : a Cultura Generativa em ato 15 Manifesto por um ecossistema restaurativo e o feminino como princípio relacional, linguagem mediadora e restaurativa e o Princípio do Não Saber 16 Mediação Transformativa, Circular-Narrativa, Processos Circulares Restaurativos: a transformação do conflito para além do acordo, rumo à transformação relacional e social 17 Da Ética à Experiência: os casos institucionais como expressões do ecossistema restaurativo 18 Implantação da Mediação e práticas restaurativas em Instituições Públicas 19 Implantação da Mediação e práticas restaurativas nas Instituições Privadas, Corporativas e Organizações do Terceiro Setor 20 Programa de Implantação da Mediação e da Justiça Restaurativa no Instituto Sophia Vercelli: linguagem, inclusão e construção de uma Cultura Generativa 21 Círculos Restaurativos na Aldeia Boe Bororo: pesquisa viva, cultura generativa e o feminino como princípio de transformação”
    • ISBN
      9788520474624
    • Largura
      22, 5 cm
    • Altura
      15,5 cm
    • Profundidade (lombada)
      2,8 cm
    • Número de páginas
      320
    • Encadernação
      Brochura
    • Ano de publicação
      2026
    • Tipo de produto
      Livros

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