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(Pré-venda) Endocomunicação® - O novo endomarketing para alinhar cultura, liderança e engajamento real - 1ª Edição

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Referência: 9788520472316
  • Autor: : Américo Barbosa
  • Este livro não foi escrito para convencer quem trabalha em uma empresa. Foi escrito para reorganizar a forma como as empresas decidem, comunicam e se relacionam com o humano. Ao longo de 106 capítulos reflexivos e conectados à prática, o autor demonstra que comunicação interna eficaz não nasce de campanhas, slogans ou estímulos artificiais de engajamento, mas de critérios claros, escuta legítima e decisões coerentes. Cada capítulo se encerra com uma proposta para sentir, como um convite à pausa e à reflexão. Mais do que propor conceitos, este livro apresenta um método: Endocomunicação® aborda a comunicação interna como gestão simbólica e estrutural do trabalho humano. Não é um manual. É uma obra para quem decide, lidera e precisa lidar com pessoas de verdade. É para gestores que percebem que, para ter em sua empresa um esprit de corps, é preciso antes construir um “corpo do espírito” de profundo respeito pela essência das pessoas.
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    As empresas nunca falaram tanto com quem trabalha nelas. E nunca foram tão mal compreendidas, sobretudo em home office. Campanhas internas, discursos de engajamento e narrativas motivacionais se multiplicam, enquanto crescem o cansaço emocional, a desconfiança silenciosa e a sensação de desalinhamento. O problema não está na comunicação, mas na gestão que a antecede. Neste livro, Américo Barbosa propõe uma ruptura clara e necessária: endomarketing não é marketing. A lógica da persuasão, quando aplicada ao interior das organizações, gera ruído, cinismo e desgaste humano. Pessoas que trabalham precisam de bases concretas para se engajar:
    • Entender os critérios que orientam as decisões.
    • Confiar na coerência entre o discurso e a prática.
    • Encontrar espaço para uma escuta legítima.
    • Reconhecer sentido no que fazem.


    Endocomunicação® convida líderes a repensarem seus modelos mentais e suas práticas cotidianas. Menos discurso, mais estrutura. Menos estímulo artificial, mais coerência. Este não é um manual de motivação. É um livro para quem decide – e decidir melhor é o primeiro ato de comunicar bem.
    • Américo Barbosa: Américo Barbosa é PhD em Comunicação e Semiótica, especialista em comportamento psicossocial e Estrategista de Marketing Integrativo e Conexão Humana. Desenvolveu projetos de comunicação, gestão e cultura organizacional de alta complexidade. Sua trajetória é marcada pela integração entre pensamento estratégico, leitura simbólica dos sistemas organizacionais e experiência direta de campo. É criador e detentor do registro do conceito Endocomunicação®, metodologia que propõe uma ruptura com o endomarketing tradicional. Desenvolveu trabalhos icônicos para Monsanto, Aracruz, Carbocloro-Unipar, Petrobras, Copebras, Alphaville, VLI, Vale, Bunge, e muitas outras. Fez um endomarketing com a população de Cubatão para gerar mais conscientização acerca dos conceitos de uma Agenda 21, mensurada como a de maior sucesso mundial, sendo grande atração da Rio+20 (Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, em junho de 2012, no Rio de Janeiro). Autor e coautor de livros nas áreas de sustentabilidade, comunicação e gestão, Américo Barbosa construiu sua autoridade a partir da prática, da escuta e da reflexão crítica sobre o humano no trabalho.
    • Américo Barbosa: Américo Barbosa é PhD em Comunicação e Semiótica, especialista em comportamento psicossocial e Estrategista de Marketing Integrativo e Conexão Humana. Desenvolveu projetos de comunicação, gestão e cultura organizacional de alta complexidade. Sua trajetória é marcada pela integração entre pensamento estratégico, leitura simbólica dos sistemas organizacionais e experiência direta de campo. É criador e detentor do registro do conceito Endocomunicação®, metodologia que propõe uma ruptura com o endomarketing tradicional. Desenvolveu trabalhos icônicos para Monsanto, Aracruz, Carbocloro-Unipar, Petrobras, Copebras, Alphaville, VLI, Vale, Bunge, e muitas outras. Fez um endomarketing com a população de Cubatão para gerar mais conscientização acerca dos conceitos de uma Agenda 21, mensurada como a de maior sucesso mundial, sendo grande atração da Rio+20 (Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, em junho de 2012, no Rio de Janeiro). Autor e coautor de livros nas áreas de sustentabilidade, comunicação e gestão, Américo Barbosa construiu sua autoridade a partir da prática, da escuta e da reflexão crítica sobre o humano no trabalho.
    • Gestores e líderes de equipes; profissionais de comunicação interna e empresarial; profissionais de recursos humanos e gestão de pessoas; executivos e empreendedores; consultores organizacionais; estudantes de Administração, Comunicação e Gestão de Recursos Humanos.
    • Gestores e líderes de equipes; profissionais de comunicação interna e empresarial; profissionais de recursos humanos e gestão de pessoas; executivos e empreendedores; consultores organizacionais; estudantes de Administração, Comunicação e Gestão de Recursos Humanos.
    • Prefácio
    • Manifesto da endocomunicação
    • Apresentação
    • Introdução
    • 1. Endomarketing não é marketing
    • 2. O primeiro consumidor não está no mercado
    • 3. Desaprender dá mais trabalho do que aprender
    • 4. Produto existencial: o que a empresa entrega antes de qualquer produto
    • 5. Comunicação não corrige injustiça
    • 6. Cultura não se comunica: se aprende no cotidiano
    • 7. Liderança não é carisma: é critério em ação
    • 8. Justiça simbólica: o que sustenta a confiança quando ninguém está olhando
    • 9. Sentido do trabalho não se motiva: se organiza
    • 10. Os 4Ps não funcionam para o humano
    • 11. Homocredere: por que as pessoas precisam acreditar antes de engajar
    • 12. Endopropaganda: quando a comunicação passa a mentir sem perceber
    • 13. Consumidor inicial: o axioma que muda toda a estratégia
    • 14. Desaprender como método organizacional
    • 15. Quando o ambiente decide mais do que a intenção
    • 16. Escuta institucional: quando ouvir muda decisão (e resultado)
    • 17. Liderar em ambientes de risco: quando o humano decide a segurança
    • 18. Escuta que decide: quando a palavra vira gestão
    • 19. Ouvir até o fim: quando a voz mais simples reorganiza o sistema
    • 20. Quando a empresa aprende a parar de fingir
    • 21. Liderar sem presença física: quando a cultura substitui o controle
    • 22. Justiça simbólica no trabalho remoto: quando a distância amplifica a desigualdade
    • 23. Confiança distribuída: por que autonomia exige arquitetura
    • 24. Avaliação de desempenho: quando o critério sustenta – ou destrói – a cultura
    • 25. Reconhecimento: quando o prêmio errado destrói o comportamento certo
    • 26. Feedback contínuo: por que silêncio também é uma decisão
    • 27. Carreira sem critério: quando a promessa vazia destrói a confiança
    • 28. Promoção e poder simbólico: quando subir não significa liderar
    • 29. Talento sem pertencimento: por que reter não é segurar
    • 30. Rotatividade como sintoma: o que a saída revela sobre o sistema
    • 31. Clima organizacional não é humor: é estrutura
    • 32. Engajamento como resultado: por que não se deve persegui-lo
    • 33. Comunicação interna: quando informar não basta
    • 34. Narrativa sem prática: o custo oculto do storytelling corporativo
    • 35. Valores escritos x valores praticados: o que realmente educa
    • 36. Confiança como infraestrutura organizacional
    • 37. Ética operacional: quando o certo precisa funcionar
    • 38. Compliance sem cultura: por que a regra sozinha não protege
    • 39. Governança viva: quando o conselho entende a cultura
    • 40. Reputação começa dentro: por que marca empregadora não se fabrica
    • 41. Tecnologia não governa pessoas: o limite humano da automação
    • 42. Métricas que adoecem: quando medir destrói o trabalho
    • 43. Pressão por resultado: quando o curto prazo sabota o longo
    • 44. Aprendizagem organizacional: por que errar cedo custa menos
    • 45. Silêncio organizacional: o custo de não ouvir quem sabe
    • 46. Autoridade técnica versus autoridade hierárquica: quando quem decide não sabe
    • 47. Rituais de gestão: o invisível que organiza o comportamento
    • 48. Avaliação de desempenho: quando medir pessoas destrói o trabalho
    • 49. Decisão que educa: por que cada escolha molda a cultura
    • 50. O gestor como educador invisível
    • 51. Quando o discurso interno vira ruído
    • 52. Autonomia com responsabilidade: quando a liberdade vira desempenho
    • 53. Propósito sem método: o risco da abstração moral
    • 54. Aprender a parar: o valor estratégico da pausa
    • 55. Pertencimento não se declara: se constrói
    • 56. Equidade percebida: por que justiça é experiência, não norma
    • 57. Cuidado organizacional: quando o humano deixa de ser custo
    • 58. Escuta com consequência: quando ouvir muda o sistema
    • 59. Responsabilidade compartilhada: quando o erro deixa de ser individual
    • 60. Endomarketing não é marketing: o fechamento da tese
    • 61. Poder, critério e consequência: o triângulo que sustenta a cultura
    • 62. Mudança cultural não é evento: é repetição disciplinada
    • 63. O custo oculto da incoerência: quando tudo parece certo e nada funciona
    • 64. Responsabilização sem humilhação: como corrigir sem destruir
    • 65. Carreira sustentável: por que crescer não pode custar a pessoa
    • 66. Clareza estratégica: quando menos prioridades produzem mais resultados
    • 67. Prioridade protegida: quando o sistema impede o desvio
    • 68. Coordenação interdependente: o trabalho que ninguém vê
    • 69. Governar exceções: onde a cultura é testada
    • 70. Risco organizacional: quando o perigo não aparece nos relatórios
    • 71. Capacidade instalada: o limite invisível da promessa
    • 72. Tempo organizacional: por que acelerar demais destrói valor
    • 73. Decidir é excluir: a maturidade de abandonar boas ideias
    • 74. Integração pós-decisão: quando o sistema precisa se recompor
    • 75. Legado de liderança: o que permanece quando o líder sai
    • 76. Confiança técnica: quando o saber vale mais do que o cargo
    • 77. Aprender com quem erra certo
    • 78. Resultado como consequência, não como comando
    • 79. Critérios antes de pessoas: como reduzir conflitos sem desumanizar
    • 80. Maturidade organizacional: quando o sistema não depende de vigilância
    • 81. Retenção real: por que as pessoas ficam quando faz sentido
    • 82. Comunicação interna como efeito colateral da gestão
    • 83. Cultura de desempenho sem culto ao herói
    • 84. O silêncio organizacional: quando calar vira estratégia de sobrevivência
    • 85. Governança que decide: quando o comitê não paralisa
    • 86. Indicadores que orientam, não que distorcem
    • 87. Alinhamento real: quando a estratégia chega ao chão de fábrica
    • 88. Autoridade legítima: quando o respeito não precisa ser exigido
    • 89. Pressão invisível: o custo psicológico das metas implícitas
    • 90. Desempenho ético: quando o “como” importa tanto como o “quanto”
    • 91. Confiança operacional: quando o sistema permite agir sem pedir permissão
    • 92. Complexidade bem tratada: quando simplificar é um erro
    • 93. Ritmo sustentável: por que o trabalho precisa de cadência
    • 94. Transparência que decide: quando abrir o jogo reduz o ruído
    • 95. Consistência temporal: por que decisões precisam durar
    • 96. Responsabilidade distribuída: quando todos cuidam do todo
    • 97. Quando o discurso interno adoece o sistema
    • 98. A falácia do engajamento como objetivo
    • 99. Da comunicação persuasiva à comunicação estruturante
    • 100. Conclusão: Endomarketing não é marketing. É gestão. É ENDOCOMUNICAÇÃO
    • 101. Union Carbide: escuta radical em um território de medo, culpa e silêncio
    • 102. Segurança, atenção e cérebro: quando a comunicação não é verbal
    • 103. Carbocloro / Unipar: quando abrir a fábrica abriu a consciência
    • 104. Petrobras: gestão sem lacunas, cultura sem maquiagem
    • 105. Considerações quase finais
    • 106. Visão da linha do tempo: Quando a empresa aprende a se comunicar consigo mesma
    • Referências
    • Prefácio Manifesto da endocomunicação Apresentação Introdução 1. Endomarketing não é marketing 2. O primeiro consumidor não está no mercado 3. Desaprender dá mais trabalho do que aprender 4. Produto existencial: o que a empresa entrega antes de qualquer produto 5. Comunicação não corrige injustiça 6. Cultura não se comunica: se aprende no cotidiano 7. Liderança não é carisma: é critério em ação 8. Justiça simbólica: o que sustenta a confiança quando ninguém está olhando 9. Sentido do trabalho não se motiva: se organiza 10. Os 4Ps não funcionam para o humano 11. Homocredere: por que as pessoas precisam acreditar antes de engajar 12. Endopropaganda: quando a comunicação passa a mentir sem perceber 13. Consumidor inicial: o axioma que muda toda a estratégia 14. Desaprender como método organizacional 15. Quando o ambiente decide mais do que a intenção 16. Escuta institucional: quando ouvir muda decisão (e resultado) 17. Liderar em ambientes de risco: quando o humano decide a segurança 18. Escuta que decide: quando a palavra vira gestão 19. Ouvir até o fim: quando a voz mais simples reorganiza o sistema 20. Quando a empresa aprende a parar de fingir 21. Liderar sem presença física: quando a cultura substitui o controle 22. Justiça simbólica no trabalho remoto: quando a distância amplifica a desigualdade 23. Confiança distribuída: por que autonomia exige arquitetura 24. Avaliação de desempenho: quando o critério sustenta – ou destrói – a cultura 25. Reconhecimento: quando o prêmio errado destrói o comportamento certo 26. Feedback contínuo: por que silêncio também é uma decisão 27. Carreira sem critério: quando a promessa vazia destrói a confiança 28. Promoção e poder simbólico: quando subir não significa liderar 29. Talento sem pertencimento: por que reter não é segurar 30. Rotatividade como sintoma: o que a saída revela sobre o sistema 31. Clima organizacional não é humor: é estrutura 32. Engajamento como resultado: por que não se deve persegui-lo 33. Comunicação interna: quando informar não basta 34. Narrativa sem prática: o custo oculto do storytelling corporativo 35. Valores escritos x valores praticados: o que realmente educa 36. Confiança como infraestrutura organizacional 37. Ética operacional: quando o certo precisa funcionar 38. Compliance sem cultura: por que a regra sozinha não protege 39. Governança viva: quando o conselho entende a cultura 40. Reputação começa dentro: por que marca empregadora não se fabrica 41. Tecnologia não governa pessoas: o limite humano da automação 42. Métricas que adoecem: quando medir destrói o trabalho 43. Pressão por resultado: quando o curto prazo sabota o longo 44. Aprendizagem organizacional: por que errar cedo custa menos 45. Silêncio organizacional: o custo de não ouvir quem sabe 46. Autoridade técnica versus autoridade hierárquica: quando quem decide não sabe 47. Rituais de gestão: o invisível que organiza o comportamento 48. Avaliação de desempenho: quando medir pessoas destrói o trabalho 49. Decisão que educa: por que cada escolha molda a cultura 50. O gestor como educador invisível 51. Quando o discurso interno vira ruído 52. Autonomia com responsabilidade: quando a liberdade vira desempenho 53. Propósito sem método: o risco da abstração moral 54. Aprender a parar: o valor estratégico da pausa 55. Pertencimento não se declara: se constrói 56. Equidade percebida: por que justiça é experiência, não norma 57. Cuidado organizacional: quando o humano deixa de ser custo 58. Escuta com consequência: quando ouvir muda o sistema 59. Responsabilidade compartilhada: quando o erro deixa de ser individual 60. Endomarketing não é marketing: o fechamento da tese 61. Poder, critério e consequência: o triângulo que sustenta a cultura 62. Mudança cultural não é evento: é repetição disciplinada 63. O custo oculto da incoerência: quando tudo parece certo e nada funciona 64. Responsabilização sem humilhação: como corrigir sem destruir 65. Carreira sustentável: por que crescer não pode custar a pessoa 66. Clareza estratégica: quando menos prioridades produzem mais resultados 67. Prioridade protegida: quando o sistema impede o desvio 68. Coordenação interdependente: o trabalho que ninguém vê 69. Governar exceções: onde a cultura é testada 70. Risco organizacional: quando o perigo não aparece nos relatórios 71. Capacidade instalada: o limite invisível da promessa 72. Tempo organizacional: por que acelerar demais destrói valor 73. Decidir é excluir: a maturidade de abandonar boas ideias 74. Integração pós-decisão: quando o sistema precisa se recompor 75. Legado de liderança: o que permanece quando o líder sai 76. Confiança técnica: quando o saber vale mais do que o cargo 77. Aprender com quem erra certo 78. Resultado como consequência, não como comando 79. Critérios antes de pessoas: como reduzir conflitos sem desumanizar 80. Maturidade organizacional: quando o sistema não depende de vigilância 81. Retenção real: por que as pessoas ficam quando faz sentido 82. Comunicação interna como efeito colateral da gestão 83. Cultura de desempenho sem culto ao herói 84. O silêncio organizacional: quando calar vira estratégia de sobrevivência 85. Governança que decide: quando o comitê não paralisa 86. Indicadores que orientam, não que distorcem 87. Alinhamento real: quando a estratégia chega ao chão de fábrica 88. Autoridade legítima: quando o respeito não precisa ser exigido 89. Pressão invisível: o custo psicológico das metas implícitas 90. Desempenho ético: quando o “como” importa tanto como o “quanto” 91. Confiança operacional: quando o sistema permite agir sem pedir permissão 92. Complexidade bem tratada: quando simplificar é um erro 93. Ritmo sustentável: por que o trabalho precisa de cadência 94. Transparência que decide: quando abrir o jogo reduz o ruído 95. Consistência temporal: por que decisões precisam durar 96. Responsabilidade distribuída: quando todos cuidam do todo 97. Quando o discurso interno adoece o sistema 98. A falácia do engajamento como objetivo 99. Da comunicação persuasiva à comunicação estruturante 100. Conclusão: Endomarketing não é marketing. É gestão. É ENDOCOMUNICAÇÃO 101. Union Carbide: escuta radical em um território de medo, culpa e silêncio 102. Segurança, atenção e cérebro: quando a comunicação não é verbal 103. Carbocloro / Unipar: quando abrir a fábrica abriu a consciência 104. Petrobras: gestão sem lacunas, cultura sem maquiagem 105. Considerações quase finais 106. Visão da linha do tempo: Quando a empresa aprende a se comunicar consigo mesma Referências
    • ISBN
      9788520472316
    • Largura
      15,5 cmq
    • Altura
      22,5 cm
    • Número de páginas
      256
    • Encadernação
      Brochura
    • Ano de publicação
      2026
    • Tipo de produto
      Livros

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